A grande preocupação com o aumento da obesidade infantil e o lançamento do padrão de crescimento para crianças pré-escolares pela Organização Mundial da Saúde - OMS em abril de 2006 fizeram com que se tornasse urgente o desenvolvimento de uma referência de crescimento única para a avaliação de crianças, em idade escolar, e adolescentes. Além disso, à medida que os países implementaram o padrão de crescimento para menores de 5 anos de idade, o intervalo entre todos os percentis e as referências existentes para avaliar o crescimento de crianças maiores tornou-se motivo de muitas dúvidas. Muitos países destacaram também a necessidade de existir curvas de Índice de Massa Corporal - IMC iniciando aos 5 anos e que estas permitissem o cálculo ou delineamento das curvas de qualquer percentil ou escore-z em uma escala contínua dos 5 aos 19 anos.
A necessidade de harmonizar as ferramentas de avaliação do crescimento fez com que um grupo de especialistas se reunisse em janeiro de 2006, com o apoio da OMS, para avaliar a viabilidade do desenvolvimento de uma referência nacional de crescimento para crianças em fase escolar e adolescentes. Os especialistas sugeriram que a referência de crescimento deveria ser construída para esse grupo de idade utilizando-se dados históricos já existentes e discutiram os critérios de seleção dos bancos de dados.
A OMS, em seguida, iniciou um processo de identificação dos bancos de dados existentes em diversos países. Porém, até mesmo os estudos mais promissores apresentaram grande heterogeneidade em relação aos métodos, qualidade dos dados, tamanho de amostras, categorias de idade, situação socioeconômica das crianças participantes e diversos outros fatores decisivos para a construção da curva de crescimento. Dessa forma, muito provavelmente uma curva construída a partir de dados tão heterogêneos não coincidiria com os dados do padrão de crescimento da OMS aos 5 anos para os diferentes indicadores antropométricos.
Como conseqüência, a OMS optou por reconstruir a referência de crescimento que era recomendada anteriormente, a do National Center for Health Statistics (NCHS) de 1977, para as crianças dos 5 aos 19 anos. Foi utilizada a amostra original dos participantes de 1 a 24 anos e acrescentaram-se os dados de crianças de 18 a 71 meses provenientes do padrão de crescimento da OMS, visando facilitar o alisamento na transição aos 5 anos de idade. Foram aplicados os métodos estatísticos mais atuais para o desenvolvimento de referências para crianças pré-escolares.
As novas curvas da OMS de 2007 adaptam-se bem ao padrão de crescimento infantil da OMS aos 5 anos de idade e aos pontos de corte de sobrepeso e obesidade recomendados para os adultos. Dessa forma, a referência da OMS de 2007 preenche a lacuna antes existente nas curvas de crescimento e correspondem à referência adequada para a avaliação nutricional das crianças e adolescentes dos 5 aos 19 anos.
Fonte: http://dab.saude.gov.br/nutricao/sisvan.php?conteudo=curvas_cresc_oms
Blog com informações e materiais das diversas áreas da nutrição, inclusive materiais de grande utilidade prática para nutricionistas e para todas pessoas interessadas na área.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Vagas na área de nutrição
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
1 ano do Tudo de Nutrição
O nosso blog Tudo de Nutrição está completando 1 ano de vida!!!!!!
Agradecemos a todos que estiveram conosco neste primeiro ano, e esperamos estar contribuindo para uma melhor atuação dos nutricionistas!!!!!
Um grande abraço a todos.....
Agradecemos a todos que estiveram conosco neste primeiro ano, e esperamos estar contribuindo para uma melhor atuação dos nutricionistas!!!!!
Um grande abraço a todos.....
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Esclarecimento sobre o blog
Ficamos muito satisfeitos que o blog esteja atingindo seu objetivo que é de ajudar, principalmente os nutricionistas, na sua prática diária. Mas queremos esclarecer que não enviamos os arquivos por e-mail. Apenas disponibilizamos no site para que sirva de base para todos. Vocês podem usar exatamente como é publicado, sempre citando a fonte como manda a ética.
Abraços a todos......
Abraços a todos......
terça-feira, 22 de junho de 2010
Orientações gerais para preparo dos alimentos
evitar contato direto e indireto entre alimentos crus, semiprontos e prontos para consumo
matérias-primas e os ingredientes perecíveis devem ser expostos à temperatura ambiente pelo tempo mínimo necessário para a preparação do alimento (máximo 30 minutos)
lavar as embalagens antes de abrir (quando aplicável)
os óleos e gorduras utilizados na fritura devem ser aquecidos a temperaturas não superiores a 180ºC, sendo substituídos imediatamente sempre que houver alteração das características físico-químicas ou sensoriais, tais como aroma, cor e sabor, e formação intensa de espuma e fumaça
para os alimentos congelados antes do tratamento térmico deve-se procurar proceder ao descongelamento, a fim de garantir adequada penetração do calor
excetuam-se os casos em que o fabricante do alimento recomenda que o mesmo seja submetido ao tratamento térmico ainda congelado devendo seguir as orientações do fabricante
o descongelamento deve ser conduzido de forma a evitar que as áreas superficiais dos alimentos se mantenham em condições favoráveis à multiplicação microbiana
o descongelamento deve ser feito em refrigeração à temperatura inferior a 5ºC
os alimentos que forem descongelados devem ser mantidos sob refrigeração se não forem imediatamente utilizados, não devendo ser congelados novamente
TODOS OS ALIMENTOS DEVEM SER MANTIDOS COBERTOS
não consumir ovos crus, nem alimentos preparados onde os ovos permaneçam crus, como no caso de maionese caseira, mouses e glacês
utilizar somente maionese industrializada
lavar os ovos um a um em água potável SOMENTE IMEDIATAMENTE ANTES DO USO
após serem submetidos à cocção, os alimentos preparados devem permanecer à temperatura superior a 60ºC, por no máximo 6 horas. Em temperaturas abaixo de 60ºC não devem ficar mais que 2 horas
alimentos a serem consumidos crus devem ser submetidos a processo de higienização e DESINFECÇÃO (verduras, legumes e frutas consumidos cru e com casca). Lavar um a um em água corrente e após usar o produto específico para a desinfecção de vegetais obedecendo o tempo necessário
não é permitido a presença de produtos sem registro em órgão específico (Ex.: produto de limpeza tem que ter registro no Ministério da Saúde)
a área de preparação do alimento deve ser higienizada quantas vezes forem necessárias e imediatamente após o término do trabalho
após a limpeza do ambiente, desinfetar usando água sanitária (1 colher de sopa de água sanitária para cada 1 litro de água, deixar agir por 15 minutos)
higienizar as superfícies de trabalho, tábuas, mesas, bancadas, balcão, utensílios e equipamentos, antes e depois de cada tarefa
TODOS utensílios e equipamentos usados devem ser lavados diariamente
é necessário que se faça a colheita de amostra dos alimentos preparados (depois de prontos), de preferência por lote de produto. Colocar identificação com o nome do alimento, data da colheita e data do descarte que deve ser após 3 dias, horário da colheita e nome de quem colheu as amostras. Armazenar sob refrigeração, separado dos demais produtos
matérias-primas e os ingredientes perecíveis devem ser expostos à temperatura ambiente pelo tempo mínimo necessário para a preparação do alimento (máximo 30 minutos)
lavar as embalagens antes de abrir (quando aplicável)
terça-feira, 1 de junho de 2010
ANVISA publica tabela de fitoterápicos
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma tabela com mais de 60 drogas vegetais e a forma correta de preparar cada uma delas. A Anvisa destaca que a ação terapêutica desses fitoterápicos é totalmente influenciada pela forma de preparo.
Na tabela, você vai encontrar também os nomes científico e popular de cada planta, as indicações e contraindicações, entre outras informações relevantes.
Tabela de fitoterápicos da ANVISA
Fonte: site do Jornal Nacional
Na tabela, você vai encontrar também os nomes científico e popular de cada planta, as indicações e contraindicações, entre outras informações relevantes.
Tabela de fitoterápicos da ANVISA
Fonte: site do Jornal Nacional
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